Márcio Pannunzio - quatro décadas

resumo

A presente proposta propõe a criação de gravuras e desenhos de Márcio Pannunzio para que agrupados a algumas das suas obras antigas, componham uma individual de caráter retrospectivo no Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba. O espaço expositivo possui grande área e possibilitará a realização de uma exposição com noventa obras. Ao redor de um terço delas será inédita, criada especialmente para a ocasião. O restante será selecionado da produção de quase quarenta anos do artista, revelando algumas jamais exibidas, feitas na década de oitenta. Será incluída também, uma pequena amostra da sua pouco conhecida produção pictórica.

Terá espírito didático ao esclarecer através de textos e fotografias as técnicas de gravura utilizadas por Pannunzio: a gravura em relevo e a calcográfica. Como linha auxiliar de transmissão de conhecimento, serão dispostas no meio da galeria vitrines expositoras contendo materiais de gravação e impressão, tais como matrizes, instrumentos de gravação, rolos para entintar, tintas, papéis, etc.

Pannunzio,  valendo-se preferencialmente da gravura e do desenho, em quatro décadas de esforço concentrado, alheio a modismos, construiu um universo plástico que oferece sólida fruição estética a par de estimular consistente reflexão crítica ensejando uma experiência que é, nas palavras do filósofo João Vergílio Gallerani Cuter, única no contexto de uma vida tão submetida à padronização e ao imediatismo como é a nossa.

 

onde será realizado e por quê

 

As obras serão criadas em Ilhabela. Expor no Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba, no Litoral Norte, seria uma maneira de situar o projeto no interior, contribuindo para capilarizar a cultura no estado de São Paulo. O espaço expositivo é bastante espaçoso e possibilitará exibir um número expressivo de trabalhos. Tem excelente iluminação. A ideia é ter monitores habilitados para conduzirem visitas guiadas e oficinas de gravura e desenho. O museu, por seu porte e localização centralizada desperta o interesse e incentiva a frequência de simpatizantes das artes plásticas em volume expressivo por virem também das cidades vizinhas.

Márcio Pannunzio é conhecido na região e no museu  onde fez três exposições individuais nos anos de 2009, 2013 e 2019.

Para justificar o porquê da proposta, quatro motivos principais são elencados.

Um, valorizar duas técnicas que consagraram a arte brasileira: o desenho e a gravura. Ressaltar a sua importância, a sua atualidade, o seu caráter contemporâneo. Desde sempre Márcio Pannunzio empenha-se em ressaltar o valor delas; suas três últimas individuais antes da pandemia, em  2019, a arte menor em tempo indigente, tiveram esse foco.

Dois, proporcionar ao público frequentador do Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba, especialmente para as crianças e estudantes uma exposição planejada para ser-lhes acessível e inteligível. Para isso, haverá uma atenção maior na seleção das obras e a montagem levará em consideração esse público particular. É preciso facilitar ao máximo o seu olhar, o seu entendimento para que as obras expostas não sejam um bicho de sete cabeças; para que não seja uma experiência de outro mundo visitar uma exposição de arte, mas sim uma atividade prazerosa.

Três, estimular a prática do desenho e da gravura. Aqui, não se deseja fazer novos artistas gravadores ou desenhistas; deseja-se apenas colocar ao alcance, principalmente das crianças, a chance de se expressarem fazendo uso do desenho e da gravura, incorporando-as como ferramentas para aquilatar o seu vocabulário plástico, ajudando-as a materializar o seu imaginário visual. Para tanto, além da própria feição didática da exposição, contribuirá o programa de oficinas de introdução à gravura em relevo e desenho acontecendo em paralelo.

Quatro, ao realizar essa exposição de grande envergadura e feição retrospectiva, com o suporte diligente de um serviço de monitoria qualificado, ao construir um site homônimo do projeto mantido no ar por três anos e ao criar, imprimir e distribuir para mais de uma centena de destacadas bibliotecas públicas o catálogo com estatura de livro de arte, atribuir o merecido valor ao trabalho e à trajetória de Márcio Pannunzio. Desde sua primeira aparição em uma coletiva, o IV Salão Nacional de Artes Plásticas da FUNARTE de 1981, transcorreram quarenta anos de ininterrupta dedicação à construção de uma obra singular no cenário da arte contemporânea brasileira.

 

o que será realizado

 

Serão criadas gravuras feitas nas técnicas de gravura em relevo e gravura calcográfica. A gravura em relevo incluirá a xilografia de fio e a xilografia de topo - esta última, pouco conhecida e praticada no Brasil, apesar de ter tido notáveis artistas dela se valendo, como exemplo maior, Lívio Abramo; a calcográfica, ponta seca e buril gravados em placas de cobre e acrílico. Os desenhos serão a lápis e a nanquim e também usando mesa digitalizadora ou tablet, ensejando a criação de desenhos digitais. Monotipias serão criadas por decalque sobre papel afixado em vidro previamente entintado com tinta tipográfica.
As molduras vão ser confeccionadas pelo artista empregando madeiras descartadas na construção naval e civil. Resultam em perfis decapados pela ação do tempo e das intempéries e por si mesmas têm grande beleza. Permitirão a criação de uma linha expositiva inusual, de ricas texturas e cores estabelecendo um diálogo profícuo com as obras que enquadrarem. É prática corrente de Pannunzio empregá-las nas suas exposições e elas, por isso, ajudam a diferenciar sua obra, tirando-a do lugar comum que prega que a moldura deve ser, necessariamente, sempre neutra. A ação de usar um material abandonado, descartado em lixões e na própria rua, colabora para valorizar o pensamento sustentável em uma sociedade perdulária e consumista.

Vale enfatizar uma vez mais que a produção de Pannunzio explora uma área de criação visual de grande valor artístico, mas infelizmente pouco prestigiada, a despeito do seu custo baixo frente a outras técnicas como, por exemplo, a instalação, a fotografia e a pintura. A gravura em relevo demanda pouco e barato material; matrizes podem ser encontradas na madeira descartada das marcenarias sem gasto algum e instrumentos de gravação como formões e goivas, podem ser adquiridos a preço irrisório em depósitos de materiais de construção. O desenho então, pode ser criado em papel de pão usando lápis ou caneta. São pois técnicas indigentes; pouquíssimo pedem materialmente e se bem desenvolvidas, originam trabalhos instigantes, de compreensão acessível e desfrute estético delicado.

A gravura, ademais, democrática na raiz, é meio de reprodução da imagem que desde seu nascimento contribuiu para a popularização da arte.

As novas obras serão fruto do aprofundamento da exploração de séries desenvolvidas há vários anos, entre elas, o triunfo da morte, tristes trópicos, retratos impertinentes, ars amandi, ... a ânsia de amar a ânsia ... que podem ser melhor conhecidas visitando os sites www.marciopan.com e www.marciopan.art.br.

 

Da produção feita nos oito primeiros meses de duração do apoio do ProAc, serão escolhidas as obras para serem emolduradas juntamente com outras selecionadas ao longo da carreira de Pannunzio. Elas deverão, quando expostas, construir uma narrativa coesa e compreensível a serviço de mostrar de maneira eficaz o seu bastante pessoal universo visual.

Um catálogo será criado e impresso para a individual e ele, sem dúvida, virá a ser o ponto alto de todo o projeto porque vai perenizar a produção artística realizada. Assim, serão fotografadas as obras, feito o texto de apresentação, diagramado todo o material por Pannunzio, escolhida e contratada a gráfica para imprimi-lo. Sua qualidade será semelhante ao feito para a individual Márcio Pannunzio: xilogravuras na Caixa Cultural da Sé - link http://www.marciopan.com/catalogo aproximando-se do formato de um livro de arte, tamanho A4, lombada quadrada, capa com couchê fosco 300g, miolo com sessenta e quatro páginas em papel couchê 170g, laminação fosca, tiragem mínima de mil exemplares.

O fato desse catálogo ser diagramado pelo artista, haverá de dar-lhe uma feição autoral, dessa maneira fugindo dos clichês normalmente empregados pelos diagramadores profissionais. Além de conter reproduções de todas as obras expostas, terá fotos da individual montada. Deverá ser distribuído para escolas, bibliotecas e fundações culturais públicas - a maior parte delas, do estado de São Paulo, colaborando para dar longa vida ao projeto Márcio Pannunzio - quatro décadas. Será catalogado com a ficha bibliográfica da Câmara Brasileira do Livro em seu interior e com o código de barras da ISBN na capa. A relação de locais apta a recebê-los segue listada abaixo.

Em São Paulo: Biblioteca Municipal Mário de Andrade/ Centro Cultural Vergueiro/ Biblioteca Monteiro Lobato/ Biblioteca Raul Bopp/ Biblioteca Bosque da Luz/ Biblioteca Afonso Schmidt/ Biblioteca Álvares de Azevedo/ Biblioteca Brito Rocha/ Biblioteca do Centro Culutal da juventude – Ruth Cardoso/ Biblioteca Amadeu Amaral/ Biblioteca Belmonte/ Biblioteca Castro Alves/ Biblioteca Adelpha Figueiredo/ Biblioteca Affonso Taunay/ Biblioteca Aureliano Leite/ Biblioteca Cassiano Ricardo/ Biblioteca Alceu Amoroso Lima/ Biblioteca Álvaro Guerra/ Biblioteca Anne Frank/ Biblioteca Camila Cerqueira César/ Museu de Arte Moderna de São Paulo/ Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo/ Pinacoteca do Estado/ Fundação Maria Luisa e Oscar Americano/ Memorial da América Latina/ Museu Lasar Segall/ Oficina Cultural Oswald de Andrade/ Fundação Cultural Ema Gordon Klabin/ Fundação Cultural Cassiano Ricardo/ Fundação Cultural de Jacarehy/ Itaú Cultural/ Instituto Moreira Salles/ Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

No Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional/ Museu de Arte Moderna/ Museu Chácara do Céu/ Instituto Moreira Salles/ Centro Cultural dos Correios/ Centro Cultural Carioca/ Centro Cultural do Banco do Brasil

Na Bahia: Museu de Arte da Bahia/ Museu de Arte Moderna da Bahia/ Museu Hansen Bahia

No Paraná: Centro Cultural Solar do Barão/ Museu Paranaense/ Museu Oscar Niemeyer/ Museu de Arte Contemporânea do Paraná

Em Santa Catarina: Museu de Arte de Santa Catarina/ Museu Victor Meirelles

No Rio Grande do Sul: Museu de Arte do Rio Grande do Sul/ Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul

No Espírito Santo: Museu de Arte do Espírito Santo

Em Pernambuco: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães

No Ceará: Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará/ Museu de Arte Contemporânea/ Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

No Maranhão: Museu de Arte Contemporânea

A montagem da individual levará em conta as particularidades do museu. Não será feita compartimentação por técnica, mas por temática. Dessa maneira, serão exibidos lado a lado, desenhos e gravuras para, quando vistos sequencialmente, reforçarem mutuamente suas singularidades.

A exposição será concebida para ser apreciada por estudantes da rede de ensino público que costumam visitar o local.

Visitas guiadas por monitores treinados pelo artista, serão realizadas no decorrer da exposição com os estudantes e demais visitantes. As oficinas de introdução à gravura e ao desenho acontecerão durante a duração da exposição.

Por fim, o site Márcio Pannunzio - quatro décadas será criado e  lançado com imagens de todas as obras, textos de apresentação crítica, fotos e vídeos da exposição montada e a versão virtual do catálogo físico. Permanecerá ativo por um período de três anos.

 

para quem será realizado

 

Os frequentadores habituais do Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba, moradores de Caraguatatuba e cidades próximas.
Estudantes da rede pública, preferencialmente aqueles de áreas socioeconômicas carentes tanto de Caraguatatuba, como das cidades vizinhas serão estimulados a verem a exposição através de um trabalho conjunto com a Secretaria Municipal de Cultura e Secretaria da Educação de Caraguatatuba e Secretarias Municipais das demais cidades buscando favorecer a visitação. 

A estimativa de público, considerando que a exposição terá uma duração ao redor de trinta dias, podendo chegar a quarenta, será de até três mil pessoas.

plano de divulgação

Materiais de divulgação

Exposição virtual

Será realizado um vídeo para a apresentação da mostra na internet, com duração de 10’, acesso por meio de links e QR code.

 

Catálogo digital

Reproduzindo o catálogo físico. 

 

Convite virtual

Veiculado por meio das redes sociais para a visitação das mostras físicas e virtual.

Cartazes

cinquenta, no tamanho A2.

Convite físico

Em formato de cartão postal, duas mil unidades.

 

Catálogo físico

Com tiragem de mil exemplares.

 

Anúncios Digitais

 

Facebook

4 anúncios de 15” durante o período da catalogação e digitalização, um anúncio com obras antes do lançamento do catálogo com convite virtual; dois anúncios com vídeos de 15”, com a veiculação em curso. E mais um anúncio convidando as instituições para receberem o acervo catalogado.

 

Instagram

4 anúncios 15” durante o período da catalogação e digitalização, um anúncio com obras antes do lançamento do catálogo com convite virtual; dois anúncios com vídeos de 15”, com a veiculação em curso..

 

Youtube

4 anúncios de 15” durante o período da catalogação e digitalização, um anúncio com obras antes do lançamento do catálogo com convite virtual; dois anúncios com vídeos de 15”, com a veiculação em curso. E mais um anúncio convidando as instituições para receberem o acervo catalogado.

quando será realizado

 

Os oito primeiros meses serão gastos na criação das obras. No oitavo mês começará o trabalho de seleção do que será exibido e o trabalho de emolduramento.

A exposição acontecerá no penúltimo mês do projeto. Postais e cartazes serão criados e impressos com antecedência mínima de quinze dias da abertura. O site Márcio Pannunzio - quatro décadas será colocado no ar um mês antes da abertura da exposição individual. O catálogo, impresso e distribuído no décimo primeiro mês. A desmontagem da exposição acontecerá no mês final do projeto, o décimo segundo.

 

O cronograma mês a mês:

primeiro mês

- criação de obras

segundo mês

- criação de obras

terceiro mês

- criação de obras

quarto mês

- criação de obras

quinto mês

- criação de obras

sexto mês

- criação de obras

sétimo mês

- criação de obras

oitavo mês

- criação de obras

- seleção de obras

- trabalho de emolduramento

nono mês

- criação de obras

- seleção de obras

- trabalho de emolduramento

- criação do site do projeto

décimo mês

- lançamento do site do projeto

- trabalho de divulgação

- impressão de cartazes e postais

- trabalho de criação do catálogo

- seleção de obras

- trabalho de emolduramento

- preparação do material de divulgação

- criação dos cartazes e postais

- trabalho de divulgação

- trabalho de criação do catálogo

décimo primeiro mês

- transporte das obras para o Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba -

       montagem da individual

- treinamento dos monitores

- trabalho de qualificação das oficinas de gravura

- abertura da individual no Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba

- impressão, lançamento e distribuição do catálogo

décimo segundo mês

- registro fotográfico e videográfico da exposição

- desmontagem da individual

 

Márcio Pannunzio

 

Mãos delicadas que retratam realidades desconfortáveis: foi esse o poético título de matéria da jornalista Juliana Simonetti apresentando a obra de Márcio Pannunzio que nos incomoda de maneira ferina e crítica afrontando o bom gosto lugar-comum, apesar de preservar a ternura que a engendrou. Noutros tempos bem lhe caberia a alcunha de arte militante. E muito embora sejam outros nossos tempos, ela é de uma atualidade gritante.

Pannunzio mudou-se da Vila Madalena para literalmente ilhar-se em Ilhabela no ínicio da década de noventa onde seguiu desenhando, gravando, pintando e fotografando. E apesar de ilhado, colecionou prêmios: na XYLON 12 – International Triennial Exhibition of Artistic Relief Printing ( Suíça ), na Biennale Internationale d’Estampe Contemporaine de Trois-Rivières ( Canadá ), na BIMPE V – The Fifth International Biennial Miniature Print Exhibition ( Canadá ), na 11ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe ( Porto Rico ), na 3rd International Biennial Racibórz 2000 Poland ( Polônia ), na The 3rd International Mini Print Cluj-Napoca ( Romênia ), no 3º Concurso Internacional de Mini Grabado “Ciudad de Ourense” ( Espanha ), na 5ª Bienal Nacional de Grabado en Relieve – 1ª Iberoamericana XYLON Argentina, na III Bienal Argentina de Gráfica Latinoamericana 2004, na 1st International Small Engraving Salon Inter-Grabado 2005 ( Uruguai ), na 2ª e na 3ª Muestra Internacional de Miniprint en Rosário ( Argentina ).

No Brasil foi premiado em quarenta e cinco ocasiões, entre elas, no 10° Salão Paulista de Arte Contemporânea, no 3º Salão Victor Meirelles, no 50º Salão Paranaense, na 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na II Bienal da Gravura, no 2º Salão SESC de Gravura, na VIII e na VII Bienal do Recôncavo, na 4ª Bienal de Gravura de Santo André, na 3ª Bienal Nacional de Gravura Olho Latino.

Foi bolsista da Fundação Vitae em 2002  e expôs individualmente na Itaú Galeria Higienópolis em São Paulo e na Itaú Galeria em Vitoria, na FUNARTE Rio de Janeiro, na Galeria 2 da Caixa Cultural da Almirante Barroso no Rio de Janeiro e na  Galeria Humberto Betetto da Caixa Cultural da Sé em São Paulo. Sobre essa individual em São Paulo, a Márcio Pannunzio - Xilogravuras são o links abaixo.

http://www.marciopan.com/sobre

http://www.marciopan.com/material-promocional

http://www.marciopan.com/fotos-c6yr

http://www.marciopan.com/vdeo-cq1z

 

Conheça melhor o seu trabalho de Pannunzio visitando os seus sites:

www.marciopan.com

www.marciopan.art.br

 

Arte Impressa e Claudia Lopes
 

A pessoa jurídica proponente, a Arte Impressa é da curadora Cláudia Lopes. Atuando através da sua firma, ela produziu dezenas de exposições que fizeram exitosa história na Caixa Cultural e nos Correios. A presença da Arte Impressa como proponente e de Cláudia Lopes como curadora confere à proposta a segurança de ser executada com o mesmo capricho que norteou as memoráveis exposições de gravuras de Goya e de Rembrandt por ela realizadas.

 

Cláudia Lopes

2018/ 2017 - produziu a Mostra "Loucuras Anunciadas - Francisco Goya" nas Unidades das CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Curitiba
2016 - produziu a mostra "Esporte Movimento" nas unidades da Caixa Cultural Salvador e Rio de Janeiro; "Antonio Maluf - Singular e Plural" no Museu dos Correios em Brasília; "Celebrar, Superação e Arte" no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro

2015 - produziu a mostra "Esporte Movimento" nas unidades da Caixa Cultural Brasília, Fortaleza e Recife; produziu e fez a curadoria da exposição "Robert Rauschenberg, o inferno de Dante" no Centro Cultural dos Correios em São Paulo e Rio de Janeiro; produziu a exposição "Rembrandt e a Figura Bíblica" no Museu dos Correios em Brasília, Espaço Cultural de Juiz de Fora e Centro Cultural dos Correios São Paulo e Rio de Janeiro

2014 - produziu a mostra "Esporte Movimento" nas unidades da Caixa Cultural São Paulo e Curitiba; produziu a exposição "Rembrandt e a Figura Bíblica" no Centro Cultural dos Correios Rio de Janeiro; produziu as exposições do Hércules Barsotti e Fang; produziu a mostra "Sim, pode tocar de Toyota" e exposição do João Rossi no Centro Cultural dos Correios São Paulo

2013 - produziu a exposição "Waldomiro de Deus" nas unidades Culturais dos Correios São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife

2012 - produziu e fez a curadoria da exposição "Hércules Barsotti, além do olhar" nas Unidades da Caixa Cultural Rio de Janeiro e São Paulo; "O requinte do resto, de Baby Steinberg" na Caixa Cultural São Paulo

2011 - "Rubens Gerchmann, os Últimos Anos" na Caixa Cultural; "Waldomiro de Deus - 50 anos de pintura" e "O Mar de Sérgio Lucena" nos Correios Rio de Janeiro e Salvador; fez as expografias de Glauco Rodrigues nas unidades da Caixa Cultural Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Brasília e "Poesia Visual de Hannah Brandt" no Espaço Cultural dos Correios em Juiz de Fora e Caixa Cultural Brasília.

 

ficha técnica

 

curadoria: Claudia Lopes

produção: Márcio Pannunzio/ Tana Pannunzio

montagem: Márcio Pannunzio/ José Osvaldo/ Gilberto Mariano

texto de apresentação crítica: Henrique Marques Samyn

assessoria de imprensa: Aline Borba/ Clayton Jeronimo

comunicação visual:  Rafael Diferete
fotografia e vídeo: Márcio Pannunzio

edição gráfica: Márcio Pannunzio

 

Os membros principais da equipe técnica são três: Cláudia Lopes, Tana Pannunzio e Márcio Pannunzio.

 

contrapartidas

 

Primeira

Realizar uma exposição com noventa obras no Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba durante um período mínimo de trinta dias com visitação gratuita.

 

Segunda

Criação de um site em plataforma profissional contendo imagens de todas as obras expostas, fotos da exposição montada, textos de apresentação e didáticos sobre a história e a técnica da gravura em relevo. Será mantido na internet durante três anos e seu endereço será divulgado em todo o material promocional e de divulgação à imprensa.

 

Terceira

Oferecer um serviço de monitoria qualificado para orientar visitas guiadas para o público em geral.

 

Quarta

Realizar oficinas de iniciação à gravura e ao desenho, no mínimo uma por semana para estudantes da rede pública de ensino.

 

Quinta

Estimular a visitação de estudantes da rede pública de ensino de áreas socioeconômicas desfavorecidas da cidade e de cidades vizinhas.

 

Sexta

Doação de três das obras expostas para o acervo do Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba.

Sétima

Doação de um décimo da tiragem do catálogo, na verdade um livro de arte de tamanho A4 com mais de duzentas páginas para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

 

finalizando

 

As individuais mais recentes de Márcio Pannunzio podem ser conhecidas visitando os links

 https://www.marciopan.com/arte-menor

https://www.marciopan.com/ultimas

https://www.marciopan.com/fundaci